...
quase.
Os detalhes não são muito importantes agora. Só queria vomitar de uma forma lírica o que estou sentindo. E vomitar no literal, também.
Impotência - é essa a palavra. Sinto-me impotente diante dessa situação, dessa confusão, desses ãos, desse mundo inteiro. Fraca. Febril. Fevereiro bate à porta e eu ainda não sei que rumo minha vida vai tomar, ou que rumo tomarão por ela.
Saudades de muitas pessoas, algumas eu nem cheguei a conhecer bem but anyway.
Estou em casa. Me acomodei na velha cadeira, com uma xícara de café e um cigarro, como sempre.
Conveniente.
Como sempre, conveniente. Não.
Então eu sentei com todas essas tranqueiras que, segundo o Borges, vão me matar e me senti incrivelmente... feliz. "Liberta", até as coisas mais triviais tornaram-se awesome.
Mas depois veio a angustia que está até agora me doendo na alma e na carne, como sempre.
Conveniente.
Hoje vou passar mais uma noite inteira tentando dormir, tentando esquecer, tentando responder um monte de perguntas sem conseguir - dormir, esquecer e responder. A diferença é que estarei na minha cama, debaixo do meu cobertor, apoiada no meu travesseiro, com os olhos secos debaixo da iluminação do meu lustre.
Depois? Eu não tenho a mínima ideia.
É isso
The time is gone
The song is over
Though I'd something more to say
.-.
26.1.10
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morangos